O Dinheiro Não É Todo Igual.

Publicado em Desenvolvimento Pessoal, Iniciantes, Recursos Marketing de Rede

Quem te disse que o dinheiro era todo igual mentiu-te.

Há certos tipos de rendimento melhores que outros e não é pela quantidade de dinheiro que colocam na tua mão, é antes pelo tipo de jogo em que te põem a jogar.

Mas antes de começarmos a falar de dinheiro, vamos começar por falar de riqueza. Na tua opinião, qual a maior riqueza do ser humano?

O Dinheiro? A Saúde? Os Relacionamentos? A Realização Pessoal? As Coisas Materiais? A Riqueza Espiritual? Não me parece que estejas a ver o filme todo. Todas estas riquezas são fundamentais mas não são a maior.

Podes perder a saúde e em seguida recuperá-la, o dinheiro vai e vem, a realização pessoal tem altos e baixos, as coisas materiais ganhas e perdes, depois voltas a ganhar, a riqueza espiritual, passa por crescimentos e definhamentos. Tudo isto podes perder e recuperar. Aliás, a vida humana é marcada precisamente pelas percas e conquistas destas riquezas. Mas existe uma outra que, quando perdida, nunca mais poderá ser recuperada. E o pior é que, mesmo que não queiras, ela vai-se esvaindo por entre os teus dedos, sem retorno nem remédio.

Essa riqueza é o Tempo. O Tempo é a tua maior riqueza. É nele que todas as outras acontecem, vão e vêm, se constroem e se esfumam.

Posso estar enganado mas provavelmente andas mais preocupado, ou preocupada, com o dinheiro do que com o tempo. Muitas pessoas têm muito dinheiro mas não têm tempo para nada, outras têm tempo para tudo mas não têm o dinheiro que lhes permita fazer as coisas que gostam ou querem. Outros ainda, e, pelo que vejo são a maioria, não têm nem tempo nem dinheiro, o que torna a vida ainda mais complicada.

O mais chato de não teres nem tempo nem dinheiro é que acabas por perder a saúde, os relacionamentos, a riqueza espiritual, entre outras.

Qual dessas situações é melhor? Nenhuma. “Venha o diabo e escolha!”

Para tudo na vida tem de haver equilíbrio, mesmo que esse equilíbrio seja como o da Torre de Pisa, um “equilíbrio desequilibrado”, ainda assim tens de ter alguma forma de realizar as tuas riquezas todas, um pouco de cada uma. Não caias, como muitos, no engano de te focares somente numa ou duas, deixando as outras morrerem na casca.

Vamos falar de dinheiro e, por arrasto, do tempo, já que, pessoalmente considero que ambos proporcionam uma coisa muito útil: a liberdade.

Começando pelo princípio: há três formas de ganhar dinheiro:

1- Podes ganhar dinheiro sob a forma de Salário. Neste formato de rendimento a regra diz que estás a vender o teu tempo em troca de dinheiro. Esta é a lógica do Emprego. Se estás des-empregado tens muito tempo disponível porque não o consegues vender. É essa a tua mercadoria: o teu tempo. Se estiveres empregado, ganharás uma determinada quantidade de dinheiro vendendo determinado número de horas de vida. Não importa quão produtivo tu és com o teu tempo. Receberás o teu salário quer produzas 10 ou produzas 11. E o que acontece com o dinheiro que ganhas desta forma? Toma conta da tua vida porque nunca poderás ter tempo e dinheiro, ou tens um ou tens outro, nunca ambos. Se quiseres ganhar mais dinheiro terás de vender mais horas de vida.

O problema é que o dia só tem 24 horas e, por muito bom que o teu salário seja agora, um dia ele irá acabar porque obrigatoriamente terás de deixar de vender o teu tempo, pelo menos quando te reformares, ou se ficares doente ou quiseres ir de férias.

2- Segunda forma de rendimento: o Lucro. Esta forma de ganhar dinheiro é bem mais interessante que o salário. Aqui trocas a tua produtividade por dinheiro. Não tempo, mas actividade. Imagina que compras algo por um preço e vendes por um preço superior. Geraste um lucro. Podes ter efectuado essa venda em 5 minutos ou em 3 dias, não importa, receberás o teu lucro pela tua produtividade como comprador e vendedor.
Com um lucro poderás ganhar muitíssimo dinheiro e rentabilizar o teu tempo de formas inimagináveis para quem ganha somente um salário. Mas mesmo assim, tens um limite. Esse limite é a tua capacidade de ser produtivo e, ainda, o tempo.

3- A terceira e mais interessante forma de ganhar dinheiro é com os Rendimentos Passivos.  O dinheiro vindo desta forma tem o poder de te trazer liberdade se vier em quantidade suficiente porque não precisas de vender o teu tempo: continuas a ser dono dele, nem precisas de vender a tua actividade: continuas a poder fazer o que quiseres.
Para mim uma pessoa que não tenha de vender o seu tempo nem a sua actividade é livre de fazer o que quiser quando quiser e isso é verdadeira independência, para não lhe chamar “liberdade”.

Falando de Rendimentos Passivos , há várias modalidades à escolha: podes ter dinheiro no banco e viver dos juros, podes ter muitos prédios arrendados e ganhar com as rendas, podes ser um investidor e gerar dividendos ou podes ser um artista e ganhar royalties. Estes até têm a vantagem de serem hereditários. Os direitos de autor passarão para os teus herdeiros. Fixe, hein?

Se por acaso tiveres dinheiro no banco suficiente para fazeres a tua vida com os juros, óptimo. Se tens muitas lojas, apartamentos, armazéns, casas arrendados, perfeito. Se por acaso tens suficiente dinheiro investido e as coisas até correm bem, cinco estrelas. Se és um artista de sucesso, publicas discos de música ou livros e ganhas uma fortuna com os direitos de autor, parabéns.

Se tens alguma ou várias das fontes de rendimento que mencionei atrás então estás de parabéns. Tens a possibilidade única de ter uma vida próxima da perfeição possível. Possuis duas das riquezas mais importantes de todas: o tempo, e o dinheiro e és dono do teu nariz. Todavia algo me diz que talvez não tenhas os rendimentos passivos que gostarias de ter.

Não tens uma fortuna no banco, nem ficas rico com as rendas nem os dividendos e muito menos com os royalties. Tu nem tens nada de artista! Vais cobrar royalties de quê?

Pois agora vem a boa notícia. Há mais de 60 anos um maluco qualquer lembrou-se de dar dinheiro sob a forma de royalties (por natureza, vitalícia e hereditariamente) a quem lhe trouxesse clientes. Estes clientes, por sua vez poderiam também trazer outros clientes recebendo uma comissão e dando igualmente uma comissão à pessoa que os tinha trazido.

Actualmente o Marketing de Rede, ou Multinível, é uma forma de negócio independente aceite em todo o mundo e permite que qualquer pessoa possa usufruir dos tais rendimentos passivos sob a forma de royalties (também chamados “residuais”).

Desta forma o Marketing de Rede veio “democratizar” a livre-iniciativa, proporcionando a todos, ricos, pobres, doutores, engenheiros, e iletrados, assim como a qualquer pessoa em qualquer profissão e com qualquer histórico de educação aceder aos rendimentos passivos e conquistar também para si e para os seus, a riqueza maior de todas: o tempo, seguida daquela que lhe dá potencial: o dinheiro.

Se não tens pais ricos nem ganhaste a lotaria, não vives de juros nem de rendas nem de investimentos, podes ter uma oportunidade com os royalties no marketing de rede. Resta-te explorá-la se quiseres.